Não me diga que as coisas são difíceis de se conquistar
E nem que é difícil ser nós mesmos
São advertências já suspeitas e que se comprovam dia após dia
E se for para mantê-las como mediadora de nossas ações, fique bem longe de mim.
Não me diga, por fim, o que fazer
Quando eu sei bem do que é que eu quero.
Eu quero sorrisos ao amanhecer, beijos de boa noite, quero a verdade e a rara bondade que há em nossos corações
Sim, quero o difícil e sei bem disso
Só não quero ser o comum, o ortodoxo, o básico, o sem conteúdo.
É verdade que eu não sei bem o que quero de fato.
Só não quero ser como aqueles que se veem por aí.
“Carpinteiro do Universo eu sou”.
*Publicado originalmente em setembro/2011
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