sexta-feira, 21 de outubro de 2011
Reitoria
O fetiche em teus olhos de me ver remoendo sob o sol quadrado que tu moldaste não é a cor da minha sina
Quero ver pelo lado de fora toda essa humanidade que tu tens escondido em questão de um dia
O mesmo o qual desejei entender dentro de ti toda essa armadura que dizes possuir, mas que só irradia
O medo de uma certa perfeição que atinja de maneira certeira ao jovem coração através de melodia
Você não mete medo em mim, natureza opressora
Você devia aprender a fugir, mão que emana a violenta assinatura
Tu, que do alto queres subir mais, mas não sabe que quem te ergue tem a força de te fazer cair.
Afinal você é pública, apesar de privada.
Você é pública, apesar de privada!
E quer futilmente confundir aqueles que através da teoria produzem a prática e que pela prática revelam a teoria:
A de que "ao nascer de um novo dia, a gente mostra o que você jamais faria".
*Publicado originalmente em 23 de novembro de 2010
Assinar:
Postar comentários (Atom)
Nenhum comentário:
Postar um comentário